O cantor e compositor Jáder apresenta seu segundo disco, Deixa o Mundo Acabar, um trabalho que marca um novo momento em sua trajetória ao ampliar temas, sonoridades e referências. O projeto nasce de um entendimento simples: para seguir vivo, inteiro e em movimento, às vezes é preciso deixar alguns mundos chegarem ao fim. Com participações de Mariana Aydar, Jaloo, Joyce Alane e Totô de Babalong, o projeto está disponível nas plataformas digitais no dia 09 de abril. “Precisei destruir mundos como o medo, a culpa e a autossabotagem para ser quem sou e me permitir ser feliz. Acho que o disco fala muito sobre isso, sobre se permitir ser feliz, mesmo em meio ao caos”, comenta o artista.
O disco começou a ganhar forma durante uma temporada de três meses em Recife, ao lado de Guilherme Assis e Barro, que assinam a produção musical. Se no disco de estreia, Quem Mandou Chamar??? (2022), Jáder orbitava temas ligados à noite, ao desejo e à aventura dentro de uma estética pop, o novo trabalho nasce de deslocamentos mais íntimos, impulsionados também pela mudança para São Paulo, que resultou em canções atravessadas por saudade, afetos, cotidiano e novas formas de se relacionar.
A mistura de ritmos segue como elemento central, mas agora em uma escala mais ampla e consciente. Deixa o Mundo Acabar transita por gêneros como forró, funk, galope, xote, pagode, rock, pop, MPB, brega e bachata. O disco também traz participações que ampliam esse diálogo de referências e territórios, com Mariana Aydar em “Pessoa Preferida”, Jaloo em uma colaboração que conecta Pará e Pernambuco, Joyce Alane em um pagode inédito no repertório do artista e Totô de Babalong em uma faixa dançante com elementos de funk.
Entre experimentações e resgates, Jáder também abre espaço para o galope, reafirmando o vínculo com suas origens e inserindo elementos da cultura pernambucana no centro do projeto. Essa riqueza de referências se conecta à ideia de um disco sensorial, com músicas que evocam imagens e sensações físicas ao longo de uma narrativa que se desenrola como um dia na praia, conceito que guia também o visual dirigido por Tiago V Lima, com registros em handycam e celular. Ao longo do álbum, Jáder amplia seu repertório sem perder o eixo autoral, em um trabalho que une experimentações, deslocamento, o presente e o passado.









