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Crítica | O Verão Que Mudou Minha Vida e o amor moderno

O Verão Que Mudou Minha Vida chega para provar que o amor vai muito além de um romance, abraçando laços familiares e amizade.

O Verão Que Mudou Minha Vida (The Summer I Turned Pretty, no título original) é, inegavelmente, o refresco adolescente que faltava para a nova geração. Sua trilha sonora preenchida com grandes sucessos atuais e boa parte da discografia de Taylor Swift, comanda um terço do que faz a série original da Prime Video, um ode ao romantismo bem como uma celebração aos clássicos adolescentes.

Carregando a premissa dos amores de verão, a adaptação do livro de Jenny Han, conta a história de Isabel Conklin, uma jovem prestes a completar 16 anos em sua viagem de família. Apaixonada pelo filho da melhor amiga de sua mãe, Belly está vivendo sua melhor fase no que promete ser o seu melhor verão.

Seu roteiro e direção passam longe do fardo antiquado, apesar de abraçar o clichê americano. Seus personagens são desenvolvidos quase tão gente quanto a gente. Os romances repletos de reviravoltas, criam uma atmosfera ainda mais relatável à nova geração e seu amor moderno. Algo na premissa soa inovador e potente. Mas o que faz esse seriado ser diferente?

Ao som de uma soundtrack que flui entre Olivia Rodrigo e Cardi B, O Verão Que Mudou Minha Vida trás o brilho do florescer adolescente das séries que crescemos assistindo. Para aqueles que passaram a adolescência acompanhando The Vampire Diaries, a série que têm tudo para ser um sucesso, te dá a certeza de tranquilidade apesar dos tropeços de uma relação amorosa. Afinal, quem disse que amar é fácil?

O Verão Que Mudou Minha Vida é mais do que apenas um romance adolescente. A série abraça a importância de um laço familiar e a amizade. Companheirismo, fidelidade, empoderamento e muito mais. Independente de atritos interpessoais, a rivalidade não é algo a se considerar.

A adaptação é mais uma peça emocionante no catálogo de Jenny Han e está disponível no Prime Video.

Nota: 91/100

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