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10 artistas nacionais escondidos no Spotify

Já apresentamos 10 artistas internacionais escondidos no Spotify, então agora é hora de descobrir artistas brasileiros. Essa lista também é um grande convite para a valorização da cena nacional, a riqueza da versatilidade da música brasileira existe desde sempre, e artistas contemporâneos abusam cada vez mais disso para expressar sua musicalidade. Então, escolhemos 10 deles, entre estilos que passeiam do pop e dance até o acústico e experimental pode ser que exista algo que estava faltando na sua playlist de descobertas.

1. cais

Antes de conhecer um artista musicalmente é sempre possível ter uma noção da sua estética, e a dupla cais usa seu apelo visual de forma maravilhosa. Os conceitos de cores e filmagem aplicados em Naufrágio reforçam o drama da música, fazendo com que sua sonoridade tenha uma camada a mais de sentido. Tal sentido é muito bem proposto e apresentado em razão dos artistas também assinaram o trabalho de direção de suas obras. E em Bad Astral temos a dupla elevando seu patamar… A música tem uma produção rica e muito bem executada, e seu videoclipe carrega todo o bom humor da letra que envolve amor e astrologia.

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2. GEO

A cantora GEO sempre se apresenta como um código aberto, e seu desejo é ser humana como nós. Ser um código aberto pode significar muitas coisas, mas a artista deixa bem claro como aplica seu conceito de forma visual ou em sua sonoridade. Em seu 1º álbum ‘GEO_01′, lançado em outubro de 2019, podemos ter uma noção de como a sua musicalidade é inspirada pela era digital. Na canção On/Off temos um clamor por interação humana e relacionamentos offline, e a música também faz um um ótimo trabalho em demonstrar a qualidade de GEO como compositora. Já em Bélica, temos uma outra vertente da versatilidade artística da cantora, com direito a break instrumental e um refrão explosivo que não deixa nada a dever para artistas consagrados da música pop nacional.

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3. LETO

A capa do álbum de estréia de LETO, ‘Sugar Mama’ de 2019, é um convite à autenticidade que ela demonstra em suas músicas. Começando com a faixa ‘100 =‘ já podemos ter uma ideia do clima de sinceridade nas letras da cantora paulistana. As produções são um primor a parte, dando mais estilo aos vocais e exalando uma vibe que atinge vários climas, desde o mais relaxado até um mais dançante, como em ‘Nem Vem’. Já em seu primeiro trabalho, LETO prova que tem espaço na música nacional, e basta seguir a si mesma para que sempre tenha um lugar para sua musicalidade.

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4. 11° Andar

A litorânea 11º Andar tem uma sonoridade bem leve, o violão somado à harmoniosidade dos vocais de Carol e Yuri pauta a trilha sonora perfeita para um fim de tarde. Com um álbum lançado em 2019, chamado ‘Nós‘, a sequência de músicas funciona muito bem para apresentar a sintonia de ambos os cantores, que decidiram se tornar uma dupla quando perceberam que suas referencias eram muito parecidas. A química entre os dois já é algo notável, e com um primeiro trabalho que prova consistência, podemos esperar tranquilamente mais da qualidade que a dupla tem a oferecer.

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5. Siso

Presente na música desde sua adolescência, Siso sabe muito bem guiar os sons que ele mesmo produz. Tendo lançado um álbum em 2017 intitulado ‘Saturno Casa 4′ seguido do EP ‘Terceiro Molar’ em 2016, sua musicalidade fica bem explícita quando suas letras expressão sensibilidade com ares experimentais. Seu retorno em 2019 com os singles ‘Clarão‘ e ‘Cascagrossa’ só provou o quanto o artista sempre eleva a qualidade do seu trabalho e mostra cada vez mais sua maturidade musical. Além disso, suas colaborações com o duo cais e a cantora Letrux (em um remix de ‘Amorruim’) são a prova que ele sabe implementar bem suas raízes em outros projetos.

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6. Papisa

Fenda, o primeiro álbum de PAPISA, soa como um ritual de convite a arte da cantora. Entre um pouco de rock e dream pop podemos conhecer um trabalho consistente que vem rendendo muitos elogios. O que torna o disco especial é como as faixas se encaixam em coesão, desde sua abertura até o fechamento com ‘Espelho’. Ouvir seu álbum é como absorver toda a carga emocional de suas letras e deixa-las fluírem durante seus trinta minutos de duração. Desta forma, PAPISA prova que pode ocupar seu espaço na música nacional com facilidade.

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7. 2DE1

Os irmãos gêmeos Fernando e Felipe exploram diversidade a cada música lançada. O álbum ‘Ferida Viva‘ tem como um de seus temas a liberdade (interna e externa), e as canções sobre amor embalam a criatividade da dupla. Visualmente, a 2DE1 exala exatamente os temas de sua musicalidade, a música Injeção é um deslumbre, sendo uma escolha perfeita de apresentação do grande trabalho do duo.

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8. Pratagy

O cantor do Pará, Pratagy já demonstrava o bom senso de humor quando lançou o divertido vídeo de Búfalo. E em 2019 ele retornou com o disco homônimo a seu nome, onde a faixa ‘Dias de Verão’ faz bonito abrindo o álbum. Com uma sonoridade tropical e pegada oitentista ele mostra que a cena musical da região norte do país tem muita força e histórias pra ouvirmos.

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9. Bruna Mendez

Logo nos primeiros acordes de ‘Corpo Miragem’ já podemos prever os vocais que virão a seguir, o clima etéreo e envolvente na voz de Bruna Mendez mescla perfeitamente com a produção sexy da canção. Natural de Goiânia, a artista lançou seu primeiro álbum em 2019. Bruna define sua identidade ao longo das faixas e trás uma personalidade marcante. Em ‘Dancei’ ela abusa de uma sonoridade mais agitada e a música é um belo pico de contraste entre os vários destaques do disco.

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10. Dan Stump

O cantor amazonense Dan Stump tem raízes fortes nas suas músicas, e a forma como os ritmos de seu local são impostos nas canções funciona muito bem, como podemos ouvir em Amarela. O artista independente lançou seu primeiro álbum em 2019, do titulo grande – ‘Tudo Que eu Penso são Palavras Pedidas que eu Tento Organizar’. E é muito bem definido pela coesão, voz e um ótimo conceito visual.

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