O Nó estreia nova fase com “Fogo (É)”, single que abre caminho para o terceiro disco

Em novo single a banda aborda de forma sutil e confessional o desgaste de uma visão de mundo.

A banda paulistana O Nó lançou “Fogo (É)”, primeiro single de seu terceiro álbum de estúdio. A faixa inaugura uma nova etapa e nova dinâmica na trajetória do grupo com a entrada de Lucas Tamashiro (Raça, Gumes) no guitar synth e vozes, no lugar de Matheus Perelmutter, que deixa os teclados e synths da formação anterior. Com a mudança, O Nó, cujas raízes são no rock psicodélico, progressivo e dreampop, explora também elementos do rock alternativo, emo e shoegaze.

Em “Fogo (É)”, O Nó aborda de forma sutil e confessional o desgaste de uma visão de mundo. A faixa foi gravada no Estúdio El Rocha, por Fernando Sanches (CPM 22, O Inimigo) e Vinicius Lunardi (Budang), com guitarras e vozes captadas por Lucas Tamashiro, que assina também a produção, mix e master. A capa, os letterings do single e a fotografia do clipe são de Luis Aranguri.

Distribuído pela Ditto e lançado pela Turminha Records, novo selo criado pela banda, o single é o primeiro de uma sequência de lançamentos que deve incluir pelo menos mais três faixas, já com datas marcadas para rodar em casas da noite paulistana. O trabalho dialoga com referências que podem atrair fãs de Turnover, Terno Rei, Clube da Esquina e Boogarins.


O Nó foi fundado em 2013, em São Paulo, por Rodolfo Almeida (baixo e voz), Mateus Bentivegna (bateria e voz) e Alexandre Drobac (guitarra e voz). Desde o início, a banda circula por palcos importantes do underground paulistano, com apresentações em casas como Breve, Neu, Puxadinho da Praça, Fffront, Porta Maldita, Porta e Bar Alto.

Seu primeiro lançamento, EP-1 (2015), chamou atenção como um trabalho de destaque da psicodelia brasileira. Depois, a banda expandiu essa linguagem em Resquícios Cromáticos (2020), disco produzido por Otávio Bonazzi (Alaska, Teago Oliveira), que incorporou atmosferas mais etéreas e timbres ligados ao dreampop e marcou presença em listas de melhores do ano.

Em Era Normal (2024), o grupo condensou sua proposta em canções mais curtas, rápidas e dinâmicas, voltadas a temas contemporâneos filtrados por uma abordagem de art rock. Desde maio de 2025, a banda trabalha nessa nova leva de composições que agora começa a apresentar ao público.

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