Pedro Mizutani canta seu crescimento no “Nova Bossa: Aquele Abraço aos Ratos Vivos”

Cantor e compositor carioca dá as boas-vindas ao amadurecimento em seu álbum de estreia sem deixar de lado as lições que aprendeu

Nova Bossa: Aquele Abraço aos Ratos Vivos, que chega hoje, é a trilha sonora do crescimento de Pedro Mizutani, cantor e compositor carioca de 24 anos, ao longo dos últimos cinco anos. O álbum de estreia do artista traz seu compromisso com a autenticidade – cantando tudo como foi, Pedro narra os vícios e emoções afloradas que enfrentou com o fim da adolescência e início da vida adulta.

Em um ‘coming-of-age’, Pedro Mizutani constrói um disco que é ao mesmo tempo pessoal e universal — como provado por sua dedicada audiência. Conseguindo emocionar seu público ao contar histórias de sua própria vida, Pedro se coloca quase como uma voz da geração Z.

No manifesto que acompanha Nova Bossa: Aquele Abraço aos Ratos Vivos, Pedro Mizutani explica o álbum como “os relatos mais verdadeiros de um rato que chama a si mesmo de rato vivo”, descrevendo suas próprias emoções como “tomado de orgulho e vergonha”.

Como ele mesmo descreve, “eu sei porque já vivi, não gosto do teor fictício”. Nada que Pedro Mizutani canta é fictício — com liberdade para o floreio artístico, o cantor-autor se despe da metáfora na maior parte das faixas, dirigindo-se diretamente ao público ao cantar sobre vícios, saúde mental, relacionamentos falhados e amadurecimento.

Durante as 11 faixas, Pedro Mizutani versa sobre a realidade de viver e crescer como um jovem adulto em 2026, abraçando a verdade do vício em substâncias, em seu celular, na internet e de sua batalha pela saúde mental como temas centrais do disco. Com um leque expansivo de tonalidades, o artista também universaliza suas experiências sem perder a genuinidade.

“Quero que esse seja um disco no qual as pessoas se vejam refletidas. Quero que elas entendam e se identifiquem com o que eu estou cantando”, diz o artista. O projeto é uma reflexão artística de um artista que ao mesmo tempo que conhece muito sobre si mesmo, se mantém aberto a tudo que pode ser revelado.

Muito além da bossa nova

Em um som que vai muito além da bossa nova de seus primeiros EPs, Pedro Mizutani abraça o indie rock, o folk e o lo-fi pop, além dos sintetizadores, na produção assinada por Paulo Emmery e Guilherme Lírio. Sem abrir mão da brasilidade, Pedro canta um Rio de Janeiro mais contemporâneo, influenciado pela nova MPB e inspirações eletrônicas.

Nova Bossa: Aquele Abraço aos Ratos Vivos conta com uma mistura de todas as influências de Pedro Mizutani, além da garantia das rédeas estarem 100% em suas mãos, tanto na composição quanto na produção. Com momentos acústicos de calma, mensagens diretas e pontos em que Pedro é quase afogado pela instrumentalização, a sonoridade musical também reflete o caos que é crescer no século XXI.

Ouça o álbum nas principais plataformas de áudio.


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