Auditório Barcelona foi um espaço de aconchego em meio a toda a energia do Primavera Sound

Föllankzoid / Créditos: Pridia (@pridiabr)

Com as temperaturas atípicas para o período da primavera, o frio foi uma das grandes reclamações do público que marcou presença na primeira edição brasileira do festival Primavera Sound. Quem quisesse fugir do frio poderia se aventurar nas multidões dos shows ou, então, seguir até o Auditório Barcelona, um dos palcos do evento. Por lá, além de temperaturas agradáveis e cadeiras confortáveis, era possível encontrar um espaço de aconchego.

A acústica do anfiteatro é impecável, o que permitiu que as apresentações mais intimistas do festival, alocadas justamente no auditório, pudessem ser ainda mais tocantes. Alguns nomes que passaram pelo palco mais calmo do Primavera Sound foram Julia Mestre, Föllankzoid, Amaro Freitas, Hermeto Pascoal, Señor Coconut and his Orchestra, Giovani Cidreira e Tim Bernardes.

Para acessar o Auditório Barcelona, era necessário apresentar o ingresso — ou seja, a pulseira — do evento, uma vez que o anfiteatro, por ser um espaço fechado, era sujeito a lotação. Mesmo assim, havia quem se aconchegava nas escadas e corredores do auditório. Foi disponibilizado, nas saídas do local, um bar de bebidas alcoólicas e não alcoólicas.

Ao lado, uma cantina oferecia opções de lanches rápidos para quem não estivesse afim de dar uma passada na praça de alimentação. Três opções de banheiro, um feminino, um masculino e um para PCDs, ficavam ali por perto, bem como um bebedouro para o público se hidratar gratuitamente. 

Em suma, afirmar que o Auditório Barcelona era apenas um local para fugir do frio é reduzir um dos espaços mais surpreendentes do Primavera Sound a uma categoria que não lhe cabe, devido a sua grandiosidade — não apenas física.

Por Letícia Finamore

Metajornalista, entusiasta de biografias e criadora compulsiva de playlists.


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